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Cirurgia Plástica em proporção e porção IDEAL e REAL

Cirurgia Plástica em proporção e porção IDEAL e REAL

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Os brasileiros estão fazendo tanta cirurgia plástica, que o país se tornou o primeiro do ranking dos que fazem mais cirurgias plásticas em todo o mundo, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), passando na frente dos Estados Unidos.

O que isso quer dizer? Em números absolutos, o Brasil é o campeão mundial em cirurgias plásticas, grandes quantidades que foram realizadas no ano do levantamento do último estudo. Foi a marca de 1,49 milhão, o que representa 12,9% dos 11,6 milhões do total de procedimentos cirúrgicos, só em 2013. O tipo de cirurgia mais comum entre os brasileiros é a Lipoaspiração.

Ainda assim, o país perde para a China e Estados Unidos em número de cirurgias por ano, são cerca de 630 mil.

Será que as cirurgias estão mais acessíveis? Ou as pessoas sentem-se mais seguras com as técnicas cada vez mais avançadas?

Existem mais cirurgiões no país? Ou a demanda aumentou porque o brasileiro está se comparando demais com um padrão perfeito de beleza?

Todas estas perguntas são pertinentes para o entendimento de toda uma estatística que mostra a grande popularidade que a plástica vem ganhando na vida do brasileiro. Uma informação tão globalizada faz com que o país tupiniquim seja comentado nos quatro cantos do mundo.

Mais do que notoriedade, a cirurgia plástica estética deve ser entendida como uma recomendação ao paciente certo, deixando-o claro que perfeições não existem e que cada um tem a sua individualidade. A cirurgia estética com absoluta leviandade e sem a real necessidade não cumpre o seu papel de proporcionar um resultado adequado e harmonioso.

Por isso, não se deve generalizar nem o papel nem o compromisso da cirurgia estética, como se fosse tão fácil quanto trocar de roupa. A mídia, como as revistas e a televisão, influenciam os exageros e transformações corporais, aparentemente, simples de qualquer um alcançar, e isso não é verdade.

Outra questão é que cirurgia não é um leilão para saber quem dá mais. O que tem ajudado a aliviar os custos é o avanço da medicina. Há de se considerar a progressiva chegada de pacientes da classe média, pois atualmente as possibilidades são sim para todos. A melhoria dos procedimentos, como o caso das próteses de silicone com superfícies micro texturizadas, fizeram com que se reduzisse a probabilidade do endurecimento dos seios, fazendo também com isso que se diminuísse os custos das cirurgias plásticas. Além disso, na maioria das clínicas, as cirurgias podem ser pagas a prazo. A Lipoaspiração é outro exemplo de avanço, e também de diminuição no tempo de recuperação. Ela está mais segura e eficaz, onde as cânulas são menores e mais finas (em média dois milímetros de diâmetro), deixando menos trauma ao tecido, ou seja, menor risco, melhor resultado e controle do sangramento e da quantidade de gordura a ser removida.

São notícias boas e considerações importantes para que haja mais consciência sobre o mundo real das plásticas. Vale ainda a repetida e necessária recomendação: Toda cirurgia deve ser feita por um médico pertencente à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

*Com informações site Jornal do Brasil

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